Gestalt / Branding / Crianças….o que têm em comum?
- Lou Irie

- há 3 horas
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Texto publicado na coluna UM BRINDE AO BRANDING da Revista Celebrar.
Com as férias, o consequente movimento frenético das crianças por aqui e ao escrever o texto anterior sobre Gestalt, cuja diretriz primária é “O todo é maior do que a soma das partes”, eu me deparei com uma conexão incomum.
Me lembrei de uma analogia que costumo fazer ao explicar as “pequenas” ações sugeridas na etapa final do nosso projeto Catalisa de Branding.
Assim como no parquinho, onde duas crianças brincando juntas são muito mais do que duas crianças (e quem tem filhos me entenderá) tamanha é a bagunça que fazem, no Marketing, ações isoladas podem até ter retorno, mas quando alinhadas pela estratégia e somadas umas às outras, o impacto que adquirem se torna exponencial - e de 01 + 01 ao invés de 02 se tornam 04 / 06 / 08 - tal qual o barulho das crianças brincando.
O Branding existe para amplificar decibéis. Direcionados pela estratégia estabelecida, formatamos ações que serão percebidas pelo todo e não só separadamente. Ignoramos a matemática básica para fazer com que as diversas ações (coerentes) da marca se amplifiquem e sejam maiores do que a soma de suas partes.
Desse modo, as várias ações sugeridas, farão com que o consumidor passe a perceber mais do que um logo + um post bonito + um território verbal coerente, mas um universo de marca consistente, que se comunica e se conecta de forma alinhada e autêntica.
E é justamente por conta do todo que é formatado na estratégia, que a soma das ações faz sentido, e aumenta sua potência.
É justamente por conta dessa linha invisível que amarra cada detalhe - das cores da fachada ao atendimento, do tom de voz ao brinde no aniversário - que a marca se fortalece e ganha tração. É quando um "bolo de fubá" na recepção de um hotel deixa de ser um pedaço de comida e se torna acalento, lembrança, cuidado. Porque ele está ali, não apenas para ser degustado, mas para reforçar o universo de marca pretendido.
É nesse momento em que o pixel deixa de ser a menor parte identificada numa tela para se transmutar em uma imagem reconhecível e com significado. É nessa hora que o branding atinge o seu objetivo, é quando a estratégia dá voz à essência da marca e, sorrateiramente, se expande e se transforma em força, em universo, em memória - em ativo.
No fim das contas, seja na Gestalt, no Branding ou olhando minhas filhas brincarem a lógica é a mesma: quando tudo se conecta de forma consistente e estratégica, o impacto nos negócios não é só maior – é transformador!
Se você ainda não fez um projeto de estratégia de marca, te convido a ir ao "parquinho" da sua empresa para ver se as ações que você projetou estão sendo amplificadas. Se não estão, sinto informar, mas você está tendo gastos e não fazendo investimentos.
Se quiser ampliar a voz da sua marca, entre em contato.



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