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Já se perguntou por que alguns layouts são mais agradáveis e atraentes do que outros?

  • Foto do escritor: Lou Irie
    Lou Irie
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura



Texto publicado na coluna UM BRINDE AO BRANDING da Revista Celebrar.


Uma das respostas pode estar na Gestalt - parte da psicologia que estuda a percepção visual e a maneira como percebemos as coisas. Seus princípios (proximidade, similaridade, fechamento e continuidade) consideram que o todo é maior do que a soma das partes.

No design isso significa que cada elemento faz parte de uma composição maior, que não age sozinho mas forma uma mensagem integrada. Quando aplicados juntamente com preceitos da comunicação, ergonomia, semiótica, neuromarketing,etc, os elementos se “amarram” de modo harmonioso, garantindo clareza e atenção imediata.


E o “entender em um piscar de olhos” é mandatório nos dias de hoje; afinal temos 8s para capturar a atenção na gôndola e 3s para fazer o leitor continuar no carrossel. (Mas esse assunto leva até o sistema límbico e será assunto para outro texto).


Conseguimos, com essas ferramentas, unir estética e função e finalmente atingir o objetivo final ao qual o design se propõe: transformar conceitos em comunicação visual eficiente.

Como designers assessoramos empresas a construir um discurso visual que sustente uma jornada de vida longa e lucrativa, permitindo que comuniquem exatamente o que entregam e fazendo a ponte para que a promessa de venda da marca - verdadeira - chegue até o consumidor.


Um exemplo prático disso pode ser visto em um material gráfico do Estúdio desenvolvido para um evento voltado ao público médico dermatológico, para a marca Darrow. Esses princípios foram aplicados para criar uma composição vibrante e envolvente, unindo elementos ilustrativos inspirados na cultura colorida e vibrante da Colômbia, que serviu de moldura para o laranja proprietário da marca, e que por sua vez ainda abraçava a tipografia em uma hierarquia de informações claras:


01- Submarca no topo, a posicionando como prioritária.

02- Texto descritivo do convite, com tom de voz estabelecido para o evento.

03 - Informações foco, de acordo com o consumo da informação, elaborado sobre bloco de texto para facilitar memorização e direcionar o fluxo de leitura. Com ícones para associação imediata.

04 - Slogan da marca, como “assinatura".


O resultado? Uma peça que, mesmo que não tivesse palavras, comunicaria aquilo que se propõe, encapsulando o “espírito" pretendido. O design do layout direciona o fluxo e facilita a leitura, transmitindo a personalidade da marca, conectando o público do evento (médicos dermatologistas) e explicitando o público final ao qual se destinam os produtos da marca divulgados no evento (consumidores mais jovens, com acne).


Ter domínio técnico e senso estético é muito importante, mas não é tudo. Sem embasamento estratégico e conhecimento sobre comportamento humano, um projeto gráfico corre o risco de ser apenas decorativo. Design que gera resultado precisa unir forma e função, emoção e objetivo.


É por isso que investir pouco ou errado em comunicação pode sair mais caro do que parece. Quando a mensagem não é clara ou não se conecta com o público certo, o esforço vira ruído - e ruído não vende, só confunde.


Para nós, o design vai muito além do bonitinho. Design não é truque, não é só estética. É ferramenta de posicionamento e conexão.

Se sua marca precisa comunicar melhor e vender mais, aposto que o caminho começa aqui.


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