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A reserva de confiança precisa existir antes da crise
O Branding não controla taxa de juros, câmbio ou a instabilidade do mundo lá fora. Mas há uma diferença enorme entre não controlar a crise e atravessá-la sem preparo nenhum.
Assim como o corpo que reage bem a um vírus não é o que decide "ficar saudável" no meio do problema. É o que já vem, há tempos, se cuidando.
Brand equity é uma reserva acumulada ao longo do tempo. Ela não se convoca de última hora; só existe se já vinha sendo construída

Lou Irie
2 min de leitura


Porque o Neymar foi escalado para a seleção? (Uma especulação sob a ótica do Branding)
Quando construímos uma marca forte, a reputação chega antes de apresentarmos os serviços.
E isso vende.
Você está trabalhando sua marca com intenção cuja reputação abre portas, ou está apenas esperando no banco enquanto seus concorrentes levantam a taça?

Lou Irie
2 min de leitura
Padrões de compra: o que o cérebro repete (e como a marca se posiciona)
A marca que antecipa e domina o comportamento do consumidor não compete por preço. Compete por automaticidade mental.
Um gatilho não é acaso.
É contexto + emoção + necessidade. Quando ativado, a compra vira reação automática.
...Sua marca está se tornando parte do padrão do seu consumidor? Ou ainda compete por atenção em um mercado onde o cérebro dele já decidiu por você?

Lou Irie
5 min de leitura
Como o design, usando princípios da neurociência, comunica coerência ao cérebro.
Em apenas 50 milissegundos, o cérebro já forma uma percepção sobre a sua marca. Antes mesmo de analisar informações ou argumentos, o sistema límbico reage ao que vê e decide se existe confiança, credibilidade ou dúvida.
O design não é apenas uma questão de aparência. Elementos como consistência, hierarquia, proporção e cor atuam como uma linguagem silenciosa que influencia percepções, desperta emoções e direciona decisões.
Quando existe alinhamento ent

Lou Irie
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Neuromarketing e dissonância cognitiva no Branding: Quando a marca promete e o cérebro duvida
Quando o cérebro detecta que você não entrega o que promete, nenhum projeto de design ou de branding salva.
A dissonância cognitiva é o alerta silencioso que corrói confiança em milissegundos; muito antes de qualquer análise racional.
Sua marca compete não apenas com concorrentes, mas com o conforto cognitivo do consumidor.
A que exige esforço para ser compreendida perde para a que é fluente. Porque coerência não é estética. É dinheiro no bolso.

Lou Irie
3 min de leitura
Um Brinde ao Branding!
Coluna publicada semanalmente em Revista Celebrar
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